top of page
Buscar

Caso Deolane e o fascínio pela vida alheia: ostentação atrai, mas danos à reputação indicam mudanças no mercado de influenciadores.

  • Foto do escritor: João Vitor Tramontina Molossi
    João Vitor Tramontina Molossi
  • 5 de set. de 2024
  • 1 min de leitura

Como explica Carol Prado, repórter que acompanha os movimentos do mercado na internet, ter influência nas redes sociais virou uma ferramenta de status social. É o caso de Deolane Bezerra, empresária e advogada com mais de 20 milhões de seguidores nas redes sociais.

"A influência acabou sendo vista como uma ferramenta de ascensão social. Hoje, muita gente sonha ser influenciador, vencer na vida sendo influenciador", disse Carol em entrevista ao podcast O Assunto desta quinta-feira (5).

"A Deolane já foi comerciante, já foi sacoleira e teve uma ascensão social, ganhou poder aquisitivo. E por isso é tão importante para a narrativa dela mostrar essa ostentação. Mostrar que ela tem acessos, uma vida de luxo, viagens, carros, mansões."

Depois que a coluna Fábia Oliveira revelou trechos do depoimento de Deolane Bezerra, presa em 3 de setembro de 2023 sob a acusação de lavagem de dinheiro e envolvimento com jogos de azar, as atenções se voltaram para Solange Bezerra. A mãe da famosa influenciadora também foi detida em um hotel em Recife, Pernambuco. Nossa equipe teve acesso exclusivo ao interrogatório de Solange.


Quando questionada pela Polícia Civil sobre suas atividades e fontes de renda, Solange afirmou ser empresária no ramo de cosméticos, com um ganho mensal de aproximadamente R$ 20 mil. No entanto, ela não conseguiu detalhar o faturamento total de sua empresa. Além disso, Solange confirmou ser sócia da Bezerra Publicidades, mas não soube informar qual era sua participação societária.


 
 
 

Comments


bottom of page